22.12.16

Mercado de Natal de Munique

Luzes, câmera e Natal! É assim, com muitas luzes e câmeras fotografando e filmando por todos os lados, que aos mercados de Natal recebem os visitantes. E tem sempre muita gente, esteja o frio que estiver! Ninguém se abala com isso.
O mês de dezembro está quase no fim e este é o meu primeiro post natalino do mês! Logo eu que adoro o Natal! Eu imagino que para um "não-cristão", que more em um pais cristão, ou para quem não goste do Natal, que essa época do ano seja "insuportável" (rs..) tamanha a atmosfera natalina que se vê por todos os lados. E eu acho tudo isso insuportavelmente maravilhoso!!

Todos os anos eu procuro visitar pelo menos um mercado de natal diferente, já que aqui na Suíça eu visito sempre o de Zurique e eventualmente algum de outra cidade. E são todos realmente muito festivos.
Muitos alemães e suíços tem por hábito montar a árvore de natal com um pinheiro de verdade.
Estes estavam sendo vendido em frente ao Feldherrnhalle (Hall dos Marechais)


Desta vez, estive no mercado de Natal da cidade Munique. Que "só" a cidade, já dispensa apresentações. Cada vez que eu piso lá, eu gosto mais ainda dela. Adoro Munique e eu acho que "conseguiria" até morar na cidade se tivesse chance, rs...Cidade incrível, bonita, bem cuidada e repleta de opções de lazer. Imagine então com o mercado de Natal!!

Marienplatz, Munique. Foi assim com esse céu azul (um luxo para o mês de dezembro,rs.) que fomos recebido na cidade.

Em Munique há vários mercados de Natal. O mercado que nós visitamos, acredito eu que seja o mais central da cidade, pois ele fica na parte histórica de Munique, começando na Karlplatz e seguindo pela Marienplatz até o Virtualienmarket, que é uma espécie de "feirinha" com barracas vendendo flores, especialidades locais, e etc...

Como era de se esperar, muita comida, doces e glühwein (vinho quente) sendo vendidos. O cheiro do vinho, das amendôas caramelizadas e das mais diversas comidas, deixava a atmosfera das ruas ainda mais especial. Cheiro de Natal!!

Além disso, no pátio do Palácio Residenz que também fica na parte histórica de Munique, acontecia uma feira de Natal. Ou seja, a cidade estava realmente tomada pelo clima natalino.
 
Natal no páteo de Palácio Residenz, que foi a casa dos antigos reis da Bavária
A medida que a noite foi caindo e as luzes foram se acendendo, foi ficando tudo ainda mais bonito e consequentemente, lotado. Quase impossível fazer fotos com tanta gente!
Artesanatos, velas, bonecas, compotas de frutas, mel, lanternas, bijouterias, ou seja, muita coisa bacana e bonita sendo vendida nos mercados de natal. E, honestamente, achei o preço da maioria das coisas bem justo e correto. Vale mesmo muito a pena!

Vi algumas barracas de artesãos, cujo ofício foi passado de geração para geração desde o ano de 1900 e alguma coisa...é muita tradição!



Eu pensei se deveria publicar esse post, pois logo quando comecei a separar as fotos para o post, houve o atentado ao mercado de natal de Berlim. E, é claro que eu e milhares de pessoas ficaram abaladas com essa notícia. No entanto o próprio prefeito da cidade de Berlim, em entrevista, disse que as pessoas devem continuar visitando os mercados de Natal, pois a segurança foi reforçada com mais policiais e barreiras foram instaladas nos mercados para impedir ataques similiares.
 
Não devemos mesmo ceder ao medo que os terroristas querem nos impor. Claro que devemos tomar cuidado, mas onde estaremos seguros? Em casa? No trabalho? Na escola? Na rua? Devemos também ajudar a não aumentar o pânico, não alimentando a onda de boatos e muito menos compartilhando links com notícias de sites pouco confiáveis por ai. Enfim, a vida tem que seguir.
Biergarten próximo ao Virtualienmarkt em Munique
Independente disso, os mercados de Natal da Alemanha, seguidos pela Suíça e Aústria são uma atração imperdível e tradicional nesta época do ano. As cidades ganham realmente um ar festivo, as pessoas confraternizam na rua até o horário de fechamento dos mercados e a atmosfera é mesmo de muita alegria.


Que nada consiga nos tirar a paz.

Feliz Natal! Muita luz e harmonia a todos!
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19.12.16

Kaiserschmarrn, a sobremesa do imperador

Kaiserschmarrn, um nome um pouco difícil de pronunciar, mas uma sobremesa muito fácil de fazer. A primeira vez que eu experimentei Kaiserschmarrn, foi em Viena, na Aústria. Aliás essa sobremesa vem de lá. Porém você não precisa ir até a Aústria para experimentar esse doce (claro, que se puder comer lá, melhor ainda!), pois é muito fácil de fazer.
Kaiserschmarnn, servido com uma compota de cerejas. Que delícia!!
Reza a lenda que esse doce foi inventado quando o então imperador da Aústria, Franz Joseph, quis uma sobremesa e o cozinheiro, visto em apuros, resolveu preparar um doce com os pouquíssimos ingredientes que até então ele tinha na cozinha. Assim, "nascia" o Kaiserschmarrn, que em tradução livre significa Kaiser (imperador) schmarrn (algo como nosense, absurdo, sem sentido). "Imperador nosense" (??).
Kaiserschmarrn do mercado de Natal de Zurique. Pouco fotogênico, mas uma delícia.
Este doce é muito comum na Áustria, mas com o tempo ele se espalhou pela Alemanha e República Tcheca. Aqui na Suíça eu só vi sendo vendido em eventos pontuais, como no mercado de Natal de Zurique. Estive lá semana passada e é claro que eu tive que experimentar o de lá também, que não decepcionou e estava uma delícia. Aliás, no mercado de Natal de Munique, (post em breve) na Alemanha, havia também uma barraquinha vendendo Kaiserschmarrn.


Kaiserschmarrn sendo vendido no mercado de Natal de Munique
Bom, mas o que é exatamente o Kaiserschmarrn? É uma espécie de panqueca, feita com farinha, passas, ovos, leite e açúcar, que depois de frita, é cortada em pedaços e servida com uma compota de frutas, purê de maça ou outras variações de "molho" doce.

Abaixo segue o vídeo do Axel, um alemão que fala português e que ensina a preparar esse doce. Ele fez sem a compota de frutas, mas a variação fica a sua escolha!


Fica ai então a dica de uma sobremesa deliciosa que é fácil e rápida de fazer.

Bom apetite!
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14.12.16

Passeios guiados em Zurique

Vez por outra recebo emails de pessoas me pedindo dicas sobre alguma cidade da Suíça, roteiros, informações sobre trens e etc... e eu sempre respondo, mas as vezes demoro, como aconteceu recentemente quando estive de férias no Brasil e não abri o email do Blog. 
O rio Limmat e a linda Zurique
Foi o caso de entre esses emails ter gente me perguntando especificamente sobre Zurique. Claro que com alguma dica eu sempre posso ajudar. Entretanto eu não trabalho como guia de turismo. Acho o máximo, mas não tenho o perfil necessário, rs...

Então, até mesmo para que fique registrado para quem chega neste blog buscando informações sobre passeios, especificamente na cidade de Zurique, e queira ter uma experiência diferente de turismo, eu indico fortemente  a Juliana Guimarães do blog Eu ando pelo mundo.

Eu conheci a Juliana pessoalmente em um encontro de blogueiros, (que eu relapsamente não fiz post!) que houve em abril aqui na Suíça. A Juliana trabalha como guia para brasileiros e vai te ajudar a ter uma experiência única de turismo na cidade de Zurique.

Então, agora você já sabe: passeios guiados em Zurique, é com a Juliana.  

Ah, tem o instagram dela também, que tem o mesmo nome do blog: euandopelomundo

UPDATE: além da Juliana, a Ana Luiza da empresa pelomundoblog também trabalha com roteiros turísticos pela Suíça. A Ana Luiza mora há bastante tempo na Suíça e é certificada pelo órgão de turismo do país. Ela trabalha desde janeiro como guia de turismo autorizada.O instagram dela também tem o mesmo nome do blog (pelomundoblog).

Bom passeio!
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8.12.16

São Paulo e os meus amigos

Bem amigos da rede globo Blogosfera, voltei recentemente de terra Brasilis. O blog não ficou totalmente parado (não que isso seja uma preocupação neste momento) mas quis deixar alguns posts programados para serem publicados enquanto estive em São Paulo. Quem me segue no insta (sandrabreub) acompanhou alguns dos meus passos por lá.

Essas minhas férias tiveram o foco não tão voltado para o turismo, embora eu tenha "turistado" muito pela cidade, visto que fiquei "" (São Paulo nunca é São Paulo, rs...) em São Paulo, o que foi ótimo para ficar com a minha família, rever os amigos e curtir a cidade com olhos de turistona. Conhecer e revisitar lugares que, na correria de só quem viveu e trabalhou nesta cidade, e que acabavam sendo deixados para trás ou mesmo "passando batido", teve um gosto diferente. Aprendi gírias novas paulistanas, comprovei o que eu já tinha esquecido: que em São Paulo é possível viver as quatro estações do ano em um só dia e que as oscilações de temperatura fazem uma confusão na vida do povo, que em São Paulo encontramos todos os povos, todas as comidas e todas as culturas do mundo (!), enfim vivi o dia a dia da cidade e tive uma sensação de pertencimento em muitas situações lá vividas. São Paulo é uma cidade imensa, dinâmica, onde as pessoas fazem mil coisas ao mesmo tempo, a vida lá pode ser stress ou emoção pura. Eu sou suspeita porque amo Sampa. E sou muito feliz por ter nascido e crescido em uma cidade que eu AMO!
Primavera em São Paulo. A árvore é linda, mas poxa,
bem que a prefeitura podia enterrar os fios elétricos!

Estação de trem Santo Amaro
E, se eu tenho esse amor e também orgulho por ser paulistana, o mesmo eu digo das amizades que cultivei durante a minha vida em São Paulo. Amizades de uma vida e que provaram que quanto mais o tempo passa, mais elas se fortalecem. Ver pessoas queridas e conhecer outras amizades que eram virtuais e passaram para o real (oi Grazi!!), onde eu senti que o santo bateu, houve afinidade, não tem preço.

Decoração do Café Fellini. Lugar muito agradável para tomar um café.
Fica na Rua Augusta no espaço Itaú de Cinema
Porque veja bem, durante a vida, eventualmente, vamos cruzar com pessoas que agem de forma pouco ética com você e com os outros. Eu, honestamente, prefiro ser "rejeitada" por gente assim, do que viver uma vida equilibrada na falsidade e na hipocrisia, fazendo vista grossa e aceitando esse tipo de pessoa que vai te dando tapinha nas costas, mas que no fundo são cruéis e manipuladoras, que colecionam "amigos" em redes socias, mas que fazem intrigas para que os outros se afastem, por inveja, ciúme ou mesmo insegurança. E ó, vou te contar... foi-se o tempo em que eu acharia que o afastamento de pessoas assim da minha vida tivesse a ver comigo, pensando que o "problema" seria eu. Areh baba! Hoje em dia eu acho graça disso. Mas, situações assim acontecem pra te mostrar com que tipo de pessoas você está lidando. Por isso que eu prefiro fazer a linha "diferentona" e me cercar só de pessoas "good vibe"! E essas pessoas são poucas, mas também as melhores!
Vista de parte do centro de São Paulo a partir do edifício Martinelli
Nessa ida ao Brasil, pude reecontrar amigos e também pude comprovar que consideração, afeto e amizade são coisas que a gente não explica e nem força. Acontece ou não acontece, simples assim. Também não vou encher esse post com fotos deles, porque tem gente que eu sei que não gosta  de fazer exposição da figura, que publiquem fotos por ai, rs...  Quem sabe como é a correria de viver em São Paulo, sabe que nem sempre é fácil arranjar um tempo no meio da semana para o lazer, por isso lá, como eu tinha tempo, fiz questão de ir encontrar amigos onde eles estivessem e alguns fizeram o mesmo comigo. Fui para a Zona Lost Leste, São Caetano, Zona Norte, lugares um pouco distantes da casa da minha famíla, mas fui retribuída com todo o afeto do mundo. Por outro lado, "amigos" que se mostraram contentes quando souberam que eu estava indo para o Brasil e que até interesse demonstraram em me encontrar, deram um jeito de "sumirem" enquanto eu estive por lá, rs... e olha que nem era gente assim tão ocupada. Quer saber, no final das contas achei foi bom. Hoje em dia prefiro ficar "sem fazer nada" do que ter que encontrar gente por obrigação ou para fazer uma média, lol. Maturidade explica, hehe.

Enfim, ir para o Brasil sempre desperta um misto de emoções e sentimentos. É um lugar que conta a minha história e onde eu sei que sempre posso voltar.
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24.11.16

St. Martin e o vale de Calfeisental

🎵🎵♪♪ 
Moro onde não mora ninguém
onde não passa ninguém
onde não vive ninguém
é lá onde moro
e eu me sinto bem  ...
🎵🎵♪♪

Calfeisental, é esse lugar. Onde não mora ninguém. Onde não vive ninguém. O vilarejo fica aberto somente de maio até outubro. Nos outros meses do ano, não passa mesmo ninguém.
Foi no início do século 14 que St.Martin e o vale de Calfeisental começaram a ser habitados. Foram os Walsers (moradores dos alpes) que começaram a viver lá. Entretanto, nem para os Walsers, que eram acostumados a viver nas montanhas, a vida em Calfeisental era fácil.
Devido as condições climáticas desfavoráveis, com o passar dos anos os Walsers foram migrando, e arrumando outro lugar para amarrar a égua, ou melhor, as cabras. Com isso o vale foi ficando cada vez mais deserto. Para se ter uma idéia do quão difícil era viver lá, entre 1300 a 1652 viveram ali somente cerca de 100 pessoas. Pouca gente para tantos anos.
As casinhas de Skt. Martin que servem de pousada e restaurante de maio a outubro
Em Calfeisental há somente uma rua "habitável", com um restaurante, que serve também como pensão/pousada entre os meses de maio a outubro para os turistas e para os caminhantes. Durante o inverno, a estrada para Skt.Martin fica fechada devido a perigos de avalanche.
Calfeisental é um afluente do vale Tamina e é um lugar mais conhecido turisticamente pela população local aqui da Suíça, acho que especificamente por aqueles que fazem trilhas nas montanhas. O vale fica localizado na região de Bad Ragaz, mesma região onde fica o vilarejo da Heidi, não há lá um turismo de massa, como nas montanhas mais famosas daqui, em partes também pela dificuldade de se deslocar até lá. Atualmente essa é uma área de reserva e proteção ambiental.

Chegar até Calfeisental não é das tarefas mais fáceis. Isso porque, diferente da maioria dos vilarejos alpinos da Suíça que é servido por cable, trem ou ônibus, Calfeisental só é alcançável de carro ou a pé. Para quem for visitá-lo de transporte público, será necessário ir até Bad Ragaz e da estação de trem, você deverá tomar um ônibus até Vättis e de lá, seguir a pé até Calfeisental. A caminhada será longa... Já de carro, a partir de Bad Ragaz programe o GPS para Skt.Martin e de lá siga as sinalizações. A estrada que liga o vale é sinuosa e cheia de curvas. Além disso, será necessário atravessar dois ou três túneis bem estreitos, e por isso atenção: os acessos para ir e vir são limitados a cada meia hora (meia hora pra cada sentido ida e volta). Não é possível que dois carros trafeguem ao mesmo tempo.

A barragem de Gigelwald, na chegada a Skt Martin
Mas, chegar lá, valeu o esforço. A manhã do começo de outono havia começado gelada, mas felizmente o sol fez a gentileza de aparecer horas depois em Calfeisental. Esse é um lugar muito bonito e que guarda uma certa aura mística. Muitos acreditam que este vale possui fortes energias e muitas lendas relatam que eventos estranhos e "sobrenaturais" aconteceram por lá. Místicos creem que Calfeisental é um lugar de cura e de energização.


Bem, o vale é um verdadeiro achado para quem procura por tranquilidade e belas paisagens.Se é energético ou místico, eu não sei, mas estando lá a gente sente mesmo uma aura de paz e tranquilidade. Impossível ficar alheia a beleza do vale e ao silêncio do alto das montanhas.
 Riachos e pequenas quedas d' água cortam o vale.
Estando lá é possível explorar uma boa parte do vale e fazer uma caminhada até a cabana do Sardona (mas nós não fomos) cuja área foi tombada pela Unesco. Enfim, há pessoas que caminham durante dois dias para explorar o vale inteiro! Pra gente, não foi dessa vez. Quem sabe em uma próxima oportunidade.
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13.11.16

Eguisheim

Uma lindíssima vila na região da Alsácia. É assim que eu posso começar a descrever Eguisheim.

Pertencente ao território francês, Eguisheim fica localizada a poucos quilômetros da fronteira entre a Suíça, a França e Alemanha, se tornando assim um fácil e excelente destino para quem está ou mora na Suíça. Junto com Ribeauvillè e Riquewir, Eguisheim faz parte das cidades que estão na rota do vinho branco da Alsácia.

Vielinhas estreitas com casinhas repletas de flores que lembram casas de contos de fadas, lojinhas de vinho e de especialidades alsacianas decoradas com tonéis de carvalho, deixam a cidade com cara de sonho!

Nem mesmo um dia nublado de outono conseguiu apagar o charme e a beleza das ruazinhas da vila de Eguisheim. Aliás, você sabia que esta vila foi eleita pelos franceses com uma das mais belas da França?
Além disso, essa vila ganhou também esse título devido às inúmeras flores que enfeitam as casas e os comércios. É tudo muito fofo!!!




A cegonha é o símbolo da região da Alsácia e em todas as cidades da rota do vinho haverá muitos souvernirs com referências a elas. Em Eguisheim, um pouquinho fora do centrinho da cidade, encontramos um viveiro com algumas cegonhas.

Passamos somente algumas horas na cidade, mas que foram suficientes para andar por todas as ruazinhas, visitar as lojinhas de produtos da região, almoçar, tomar um café, comprar vinho e voltar para a casa.
Lojinhas de souvenirs e pratos da culinária local.
Claro que, além disso, há muitos roteiros pela região para quem quiser visitar as vinícolas e fazer degustação de vinhos.

A região da rota do vinho da Alsácia é muito conhecida turisticamente, mas como eu já havia citado no post sobre as outras duas vilinhas que visitei (Riquewihr e Ribeauvillè), fica um pouco complicado visitar a região sem carro ou de ônibus de forma independente (sem ser de excursão), porque transporte público funciona de maneira restrita, com ônibus circulando em poucos horários.


Por isso é melhor se planejar bem ou procurar por uma agência de turismo para não ficar na mão.

Fim do passeio! Obrigada por me acompanharem :-).
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