31.3.14

52 Objetos - Semana 43


♥ Objeto 43

O que é: Sino dos ventos de bambu

De onde vem: Comprei em uma loja de decorações

Onde fica: Durante a primavera-verão, na varanda. O resto do ano fica guardado

Porque foi escolhido: Esse sino dos ventos é um objeto que sempre me lembra dias de verão na varanda. Abrir a varanda é quase um acontecimento, rs... porque durante o outono-inverno tudo tem que ser recolhido: cadeiras, vasos, plantas, etc...


Ontem foi o primeiro dia do ano que usamos a varanda de casa. E, quando isso acontece, eu penduro logo esse sino de bambu lá para ouvir o sonzinho dele. Gosto da melodia dos bambus batendo um no outro quando o vento sopra. Eu tenho também aquele sino de metal, mas o som às vezes me incomoda, principalmente quando venta bastante, ai acaba virando um barulho e não uma melodia. Já o som dos bambuzinhos é bem suave. Eu adoro!

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24.3.14

52 Objetos - Semana 42


♥ Objeto 42

O que é: Computador



De onde vem: De alguma loja de eletrônicos

Onde fica: No escritório

Porque foi escolhido: Computador hoje em dia faz parte da vida de quase todo mundo, e da minha não seria diferente. Quem ai consegue viver sem computador? É daqui que eu escrevo no meu blog. É atráves do computador que acessa a internet, que eu entro em contato com as notícias do mundo, com os amigos e com a família. Computador não chega a ser, pelo menos pra mim, um objeto afetivo, mas sem dúvida é algo muito útil.

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20.3.14

Ballenberg, um museu a céu aberto

Ballenberg é um museu a céu aberto na Suíça que exibe casas, especialmente de fazendas, tradicionais e originais de quase todos os cantões da Suíça. O museu fica localizado bem perto de Brienz, no cantão de Berna.


Este post já estava até rascunhado, mas acabou se perdendo em meio a outros posts....pois então, no verão passado nós ganhamos duas entradas para visitar o museu Ballenberg e lá fomos nós conhecer como viviam as famílias rurais da Suíça, no século passado.


O museu é super interessante, porque ele te oferece uma experiência "viva" e sensorial da época em que as casas foram habitadas. Algumas casas tem mais de 400 anos!!


Um outro fato super interessante nesse museu, é que todas as casas de lá são originais. Explico: todas as casas foram transportadas tijolo por tijolo, pedra por pedra, dos seus locais originais e foram reconstruídas no espaço do Ballenberg. Tudo isso para dar ainda mais veracidade as representações das casas e da arquitetura da época.

Uma casa rural suíça
Uma equipe de engenheiros e historiadores são os responsáveis pela avaliação das casas que estão no complexo Ballenberg. Quando uma casa é ofertada ao museu, a equipe avalia a estrutura da casa, o histórico dela e das famílias que lá viviam e após essa avaliação é que as casas podem (ou não) serem desmontadas, transportadas e reconstruídas no enorme espaço verde em que fica localizado o museu.
Casa com arquitetura da parte italiana da Suíça
 A maioria das casas permite que o visitante passeie pelos seus ambientes, que foram recriados a partir do período do tempo a que pertenceram.

A sala e a mesa de jantar de uma família abastada da época


Quartos de uma casa rica da época


Se hoje o suíço tem um perfil low profile, no passado nem sempre foi assim. A ordem naquela época, pelo menos entre as famílias de fazendeiros abastadas, era ostentar para os outros vizinhos a casa cara e quão ricos eram.

Casa com um segundo andar falso. Varanda de fachada!
Uma casa, por exemplo, com um segundo andar habitável era considerada rica e cara para a época, isso porque normalmente um segundo andar era usado para guardar comida e mantimentos. Então, quem não podia ter uma casa com um andar destinado somente a varanda, fazia uma pintura, como uma porta de entrada e uma janela no andar superior da casa. Assim, vista de longe, a casa dava a impressão de possuir uma varanda. Somente vista de perto e bem observada é que se poderia perceber que o segundo andar não passava, literalmente, de uma fachada.

Outra demonstração de riqueza da época, era o fato da casa ter forno a lenha. E em quantos mais cômodos eles aparecessem, mais "bem de vida" era a família, pois as casas "humildes" eram as sem chaminé. O forno a lenha agregava valor ao camarote:-).

Casa com chaminé. A cara da riqueza!!
Forno a lenha também agregava valor ao camarote as casas

Um salão de cabeleleiro também fazia parte da rotina das senhoras da época. Uma escola rural também existia nas fazendas.


Além disso, durante a visitação, há demonstrações de como eram feitos alguns tipos de trabalho naquela época. Funcionários demonstram como era o ofício da tecelagem, da lavação de roupa, artesanato e etc... É bem interessante.



Se hoje a Suíça é uma sociedade nivelada, nem sempre foi assim. Estando em Ballenberg dá para observar a diferença entre as classes sociais, seja pelo interior ou pelo exterior das casas da época.

Uma casa e um quarto simples da época

Informações práticas:

O museu Ballenberg funciona de 12 de abril a 31 de outubro das 10:00 às 17:00 hs. As entradas custam 22 francos para adultos e 11 para crianças.

É possível fazer um tour guiado pelo museu. Informe-se sobre os grupos.

Dica minha: evite visitar o museu em dias muito quentes (como eu fiz), pois o terreno é imenso e ficar andando pra cima e pra baixo embaixo de um sol a pino, pode se tornar bem cansativo.

Mais informações estão disponíveis no site do museu em alemão, inglês, francês e italiano:

http://www.ballenberg.ch/
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17.3.14

52 Objetos - Semana 41


♥ Objeto 41

O que são: Algumas louças

De onde vieram: Foram herdadas da minha sogra (as louças são da Bavária)

Onde ficam: Dentro do armário da cozinha



Porque foram escolhidas: Eu já havia escrito aqui no blog sobre algumas louças que acabaram ficando comigo na divisão dos objetos que pertenceram a minha sogra. E essas peças são uma delas. Eu gosto destas louças porque elas são bem discretas e possuem uns frisos dourados (dizem que é ouro), que são bem bonitos, o que dá um efeito bem sofisticado quando postas na mesa.

O fato é que eu adoro louças. Adoro. Se eu pudesse eu teria jogos e mais jogos de jantar e café em casa, rs...  Acho que é meio que um trauma porque na casa dos meus pais, nunca deram importância a isso. Mesa posta era só mesmo em ocasiões especiais. Eu até entendo que na correria do dia a dia, isso não seja muitas vezes possível. Entretanto, eu acho que não é preciso esperar uma ocasião especial para comer em um prato bonito ou usar a louça nova.
Se a gente relaxa, a gente começa a comer no sofá, tomar café em copo de plástico e a reservar a louça especial só para algumas ocasiões. E ai, quando a gente vê, vai se acostumando com esta rotina porque está sempre esperando algo acontecer. Eu não espero ocasião importante para usar as coisas bonitas que eu tenho em casa. Se a gente não usufruir disso, quem vai?
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12.3.14

Riquewihr e Ribeauvillé: na rota do vinho da Alsácia

Eu não sou a melhor pessoa para escrever sobre viagens, mas fiquei com muita vontade de escrever sobre essas duas cidadezinhas, que fazem parte da rota do vinho na Alsácia, que visitamos no domingo. Acho que são os ares da primavera me inspirando a escrever, rs...

De vez em quando viajamos, fazemos alguns passeios legais e outros nem tanto, rs..., mas não é sempre que tenho paciência ou vontade de escrever sobre isso, apesar de gostar de ler sobre viagens, principalmente nos blogs que não são SÓ sobre viagens, rs.... Aliás, tenho pavor de blogs muito glamourosos, que só mostram viagens, festas, diversão, marcas, ou seja, quase uma revista Caras, prontofalei!! Claro que viajar e conhecer lugares é uma parte boa da vida. Não vou negar.

Torre na cidade de Riquewihr
Bom, chega de enrolação: as cidadezinhas de Riquewihr e Ribeauvillé (ambas ficam somente a 10 minutos de distância de carro uma da outra), fazem parte da rota do vinho na Alsácia. Essa é a rota do vinho mais antiga da França.

Desta vez nós fizemos só um pequeno passeio de um dia, já que para visitar toda a rota do vinho seriam necessários alguns dias, pois a rota compreende as cidades de Colmar, Turkheim, Riquewihr, Ribeauvillé, Selestat, Obernai, Equisheim e Estrasburgo. Em outras ocasiões já tinhamos conhecido Estrasburgo, Equisheim e Colmar e TODAS essas cidades são lindas!

As ruas medievais de Riquewihr

A região da Alsácia fica na França e está situada ao longo do Rio Reno. Faz fronteira com a Suíça e a Alemanha. No passado a região da Alsácia esteve sobre domínio alemão e foi motivo de disputas.



Hoje a influência germânica está presente em toda parte, seja na arquitetura das casas aos cardápios dos restaurantes, que além de escritos em francês e alemão, oferecem pratos tanto da gastronomia francesa, como o foie grass e o Coq au vin, ao chucrute com carne de porco e spätzli, típicos da gastronomia alemã.



Nós chegamos primeiro em Riquewihr e ficamos pouco tempo por lá. A cidade é linda, mas bem pequenina, o que te dá tempo suficiente para ver tudo com calma e sem pressa.

Uma loja linda na cidade de Riquewihr

Entretanto a principal rua da cidade estava sendo reformada e em alguns acessos ficava complicado caminhar. Por causa da reforma, algumas fotos perderam um pouco o charme, rs...  mas nem isso tirou a beleza da cidade.

Ruas de Riquewihr em reforma


Já a cidade de Ribeauvillé foi realmente uma surpresa pra nós! Tanto que nós pensamos, que se caso a cidade fosse muito pequena ou desinteressante (como se isso fosse possível na Alsácia, rs..), em somente dar uma passadinha por ela e de lá seguir para Colmar.

A linda cidade de Ribeauvillé
Mas que nada, a cidade Ribeauvillé é linda e maior do Riquewihr, o que fez com que desistissimos de Colmar, que já conhecíamos, e passássemos quase todo o resto do dia por lá.


Em ambas as cidades há referências às vinicolas. As lojas de vinho, que estão por toda parte, oferecem degustação dos vinhos da região.


Os vinhos mais conhecidos da região são os brancos, como o Gewürstraminer que é doce e frutado e o Riesling que é mais seco e aromático. Eu e marido não entendemos tanto assim de vinho não,rs...  isso nos foi explicado na loja. Acabamos comprando uma garrafa de cada um.



Mas mesmo que você não tenha interesse nenhum em vinhos, as cidadezinhas da Alsácia, são um dos lugares mais bonitos para se visitar na França. As contruções são cheias de detalhes e as decorações das lojas e das janelas são tão lindas, que é impossível não parar para dar uma olhadinha.




Além de tudo, é uma oportunidade para provar a culinária local, observar a arquitetura e provar os doces da região, como o Kougelhopf, que é um bolo bem leve de amêndoas e passas e é muito conhecido na Alsácia.


As lindas janelinhas de Ribeauvillé


Fora isso, o tempo estava lindíssimo, o que deixa qualquer passeio mais agradável. Realmente estamos tendo um inverno muito generoso! Veremos como será a primavera...


Detalhes práticos: as cidades maiores da rota do vinho, como Colmar e Estrasburgo, possuem uma boa conexão de trens e ônibus. Já para chegar nas cidades menores, como as que visitamos, o ideal é ir de carro, pois não vi nenhuma estação de trem pelos arredores ou ônibus, que não fossem os de excursões. 
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10.3.14

52 Objetos - Semana 40


♥ Objeto 40

O que é: Girafa de madeira



De onde vem: Foi comprada em uma loja de móveis

Onde fica: Na sala

Porque foi escolhido: Não faz muito tempo que compramos essa girafa. Eu e marido estávamos em uma loja de móveis procurando por outra coisa, quando de repente, vi essa girafa fazendo parte da decoração de uma sala de jantar. Adorei o bichinho. O preço também estava ok e a girafa era a única da loja e era peça de mostruário. Na mesma hora perguntei a um vendedor se ela poderia ser comprada e ele disse que sim. Como era peça de mostruário, havia uma pequena descascadinha na madeira. Vendo isso, mostrei o "defeito" e perguntei se tinha desconto. E não foi que nos deram um super desconto!?! Adorei mais ainda.  Gosto desta girafa porque ela traz um toque de descontração na decoração. Mas quando a planta crescer terei que encontrar um novo lugar para ela.

Pra quem chegou aqui agora, aqui está a explicação das postagens dos 52 objetos.
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3.3.14

52 Objetos - Semana 39


♥ Objeto 39

O que é: Pasta de receitas



De onde vem: A maioria das receitas foram tiradas da internet e outras que estão em uma revistinha foi enviada por uma amiga

Onde fica: Em uma gaveta no armário da cozinha

Porque foi escolhido: Eu posso afirmar que foi depois que eu me mudei para a Suíça, foi que eu me "descobri" na cozinha! Quando morava no Brasil eu mal cozinhava. As vezes eu arriscava um bolo ou cozinhava aquelas massas semi-prontas e era isso! Aqui tive que me virar, rs... Primeiro porque se eu não cozinhasse, ninguém faria por mim, rs... No começo foi difícil, porque até conhecer os ingredientes, os produtos usados aqui e etc levou tempo! No começo errei muito, mas depois fui pegando a prática e tomei gosto pela coisa, rs..

Essa pasta é cheia de receitas tanto doces quanto salgadas, recortes, anotações e etc.... que eu vou testando e até fazendo algumas adaptações. Hoje, como eu já peguei algumas "manhas" na cozinha, tem receita que eu nem sigo a risca e funciona!
Confesso que eu prefiro as receitas mais práticas, porém de vez em quando também gosto de fazer alguma coisa mais especial. Hoje eu me orgulho dos meus dotes culinários e me sinto feliz quando apreciam os meus quitutes, rs...

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