22.11.13

Médicos, farmácia e remédios na Suíça

Aproveitando o resfriado e a rinite alérgica que me pegou essa semana, vou aproveitar e escrever um pouquinho sobre como é ficar doente por aqui.

Na Suíça o seguro saúde é obrigatório para todos os residentes. O serviço de saúde não é subsidiado pelo governo, ou seja, não existe nada semelhante ao SUS por aqui. Os planos de saúde são caros. Mesmo você pagando o seu plano de saúde, se você precisar ir a um médico, você também terá que pagar pela consulta, que poderá ou não ser reembolsada pela sua seguradora, isso vai depender do seu plano.

Mas, se você, assim como eu, não é de ficar indo à toa a médicos, rs... é ai que entra a farmácia. Eu já havia sido alertada, então, se você só tem uma enfermidade branda, como uma gripe, uma dor de garganta, uma alergia que apareceu de repente, uma tosse ou algo do gênero, não vá ao médico! Procure a farmácia mais próxima e explique o que está acontecendo. Os farmacêuticos saberão o que te receitar. Eles são capacitados e não estão lá somente para te empurrarem venderem medicamentos. E, se por ventura, eles perceberem que o que você tem pode ser curado com um chá, uma solução caseira, eles te orientarão isso também.

Felizmente eu nunca precisei de internação ou tive alguma enfermidade mais séria por aqui, então não saberia informar como é a qualidade do sistema neste sentido. Mas, se você for a algum médico por causa de alguma enfermidade branda, como as que eu citei acima, correrá o risco de sair de lá sem uma receita de medicamentos e pagará uma consulta que não será nada barata, para ouvir do médico que é assim mesmo e que você precisa deixar o seu corpo reagir por si só. rs... Não vá esperando que irão te aplicar uma Benzetacil por causa de uma dor de garganta, que isso provavelmente não vai acontecer.

É até algo contraditório, que a Suíça sendo sede de importantes multinacionais farmacêuticas, que os médicos não prescrevam medicamentos a torto e a direita para tudo. Os médicos são bem cautelosos quanto a isso.



No Brasil eu fiz um estágio de um pouco mais de um ano em uma grande rede de assistência médica, e gente, eu nunca vi um povo para gostar tanto de ir ao médico sem necessidade como o brasileiro!!!! Eu duvido que se o povo tivesse que desembolsar pelo menos 50 reais que fosse para uma consulta (mesmo tendo plano de saúde) se eles não iriam pensar duas vezes antes de ir ao médico, rs... E outra, brasileiro adora um remédio! Eu cansei de ver pacientes saindo do consultório médico reclamando que o médico não receitou remédios (oi?), somente mudança na alimentação, repouso ou algo do gênero. Para a maioria, o importante era sair do consultório com uma receita de medicamentos e/ou um pedido de exames.

No centro clínico que eu estagiei, eu percebia também o desrespeito com os médicos. As pessoas iam a uma consulta como quem estavam indo a um passeio. Todos os dias apareciam pessoas pedindo encaixe em alguma consulta com um clínico geral. O motivo: "ah, já que eu estava por aqui mesmo, lembrei que tenho uma dorzinha aqui ou ali, e aproveitei para vir ao médico"! Era assim mesmo. O jargão "tô pagando" fazia parte do repertório do povo. E o pior é que o centro clínico cedia, pois eles morriam de medo que os funcionários da contratante (normalmente uma empresa grande, com mais de 1000 funcionários) reclamassem e eles perdessem o contrato. Os médicos que se virassem para atendê-los.

Durante os quatro anos que moro aqui, pude perceber bem as diferenças culturais neste sentido, não dá para generalizar, mas aqui eu vejo que há mais respeito, não só pelos profissionais de saúde, mas pelos profissionais como um todo. Não é porque você "tá pagando", que os médicos, ou os enfermeiros, ou quem quer que seja, irá sair correndo para te atender com exclusividade.

Ah, e não se esqueçam: persistindo o médico, consultem o sintoma :-).

25 comentários:

  1. Sandra espero que voce ja esteja melhor do seu resfriado e alergia. Eu acho que brasileiro ama um medico e tomar remedio pra tudo, nao e a toa que o sistema de saude do Brasil seja tao ruim, mesmo que contratassem milhoes de medicos de uma vez, continuaria um caos justamente por conta dessa mentalidade de procurar medico pelos motivos mais banais. Aqui nos EUA as pessoas sao bem mais conscientes nesse ponto, elas nao tomam remedio pra coisas bobas e so procuram medicos em ultimo caso, talvez seja por conta de que aqui nao existe sistema de saude publico e as consultas em geral sao caras e o seguro saude e um problema a parte.
    Beijinhos

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    1. Já estou melhor Monique, obrigada :-).
      Mudar a cultura é mais difícil do que contratar milhóes de médicos, rs... não que eu ache que as pessoas devam se auto medicarem ou não fazerem os exames de rotina, mas usar o sistema com consciência já seria o primeiro passo. Esse é um tema que não acaba nunca, rs... Bjs

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  2. Olá, gosto muito do seu blog. E gostaria de comentar este post, mas apenas para apontar outro ponto de vista, não sei se estou errada, mas a percepção que tive enquanto leitora, é que você está olhando mais pela perspectiva da instituição/ões que a dos usuários dos serviços de saúde no Brasil. Apesar de você focar mais em observações de famílias brasileiras de classe média que podem ter seguro e que usam deste para, como vc menciona, ir sempre ao médico e ainda serem mal educados com os profissionais da saúde. Seria interessante mencionar também a outra face da moeda. A maioria do povo brasileiro depende do Sistema de Saúde, e neste caso a situação é completamente outra da que você mencionou, o descaso dos médicos ou das instituições de saúde, ou do sistema ainda muito precário desmotiva as pessoas a irem ao médico. E nisto deixam de ir não por uma dor de garganta, mas por problemas piores e graves.
    Exponho este ponto de vista apenas para não parecer que os brasileiros desrespeitam os médicos ou quem quer que seja e para ampliar a discussão no seu post que é muito interessante. Principalmente quanto debate sobre o sistema de saúde na Suiça.
    Estou sempre te acompanhando e acho seu blog uma excelente oportunidade para conhecermos mais este país.

    Um abraço,

    Eliana

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    1. Obrigada pelo comentário, mas no caso citado no post, eu não foquei em famílias de classe média, mas em famílias/pessoas que tinham convênio médico pago pela empresa em que trabalhavam. Essas pessoas, na sua maioria, não poderiam usufruir de um convênio particular se não fosse pago quase integralmente pela empresa em que trabalhavam, e diferente do que você citou, elas não eram classe média. Eram na sua maioria trabalhadores de funções medianas, operários, faxineiros, balconistas. Elas faziam uso do sistema porque tinham convênio e era descontado delas uma porcentagem na folha de pagamento. E muitas delas (principalmente os dependentes que não trabalhavam) iam ao médico para fazer hora sim, rs... Quanto ao sistema de saúde brasileiro, tanto médicos quanto pacientes são desrespeitados . Médicos porque ganham pouco, são submetidos a uma carga horária estafante, além de terem que lidar com a escassez de material de trabalho e etc... E o SUS, apesar de muitas criticas, entre trancos e barrancos funciona sim! Conheci muitos médicos que trabalhavam no SUS e em consultórios chiques de SP. Não dá pra dizer que são só os médicos que tratam os pacientes com descaso. Já vi médico levando paciente de periferia para atendimento no consultório privado por conta da enfermidade do paciente. O sistema médico brasileiro (e o suíço também) estão longe de serem o ideal, mas uma população esclarecida faz toda a diferença, seja aqui, no Brasil ou na China.

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  3. Médico na Itália é quase grátis. Tem sempre que passar pelo médico de família (grátis), é ele quem vai solicitar exames especialistas e dar receita, se precisar. O serviço público é o preferido pelos italianos e costuma funcionar (ou quase). Mas acho que a mania por médicos e remédios é coisa latina, e o berço do latim é aqui. :)

    Da próxima vez que for a Roma, passe por Piacenza para tomar um café. É bem longe de Roma, mas o café é bom.
    :)

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    1. Aqui nenhum médico é grátis!!! (aliás, acho que nada na Suíça é de graça)!
      Quando eu for a Roma novamente vou me lembrar do convite para o café :-). Obrigada!!!

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  4. A coisa aí é um pouco mais restrita do que aqui na Holanda. Aqui o convênio também é obrigatório e a empresa não dá e tampouco cobre alguma coisa, cada um tem que se virar ou no máximo o governo te ajuda com algum complemento. Ainda cobre as consultas com o médico de família e alguns medicamentos. Maaaas por causa da crise, aumentaram algumas restrições. Porém, este ano, tivemos uma boa surpresa: o nosso convênio ficou um pouco mais barato, porém os idosos passaram a pagar um pouco mais.
    Eu precisei do SUS num acidente em férias no Brasil e funcionou bem. Meus pais não têm convênio médico e usam o SUS que funciona bem pra eles, consultas regulares, exames agendados. Claro que tem espera, tem. Mas claro, isso depende muito de onde você está no Brasil.

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    1. Eliana, aqui, até onde eu sei, não existe subsídio nenhum. Até remédios que o médico eventualmente te "der" na consulta, serão cobrados, hahahaha, nunca ganhei nenhum remédio aqui. Lembro que no Brasil, de vez em quando nas consultas os médicos davam amostras grátis de algum remédio que receitavam.
      Eu tb sei de pessoas que usam/usaram o SUS e foram bem atendidas (se considerarmos todas as limitações do sistema). Depende muito mesmo do local e do estado, mas sei que há médicos ótimos no SUS, que só não fazem mais por conta da limitação de alguns recursos. Bjs

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  5. Sandra, eu tenho uma visão muito parecida com a sua. Eu trabalhava na Santa Casa de São Paulo, hospital público, e via muita gente com uma postura muito parecida com a sua. Claro, como vc colocou, o sistema em si é complicado, mas os pacientes não colaboram em nada para que a coisa fique melhor.

    Como trabalhei em hospitais no Brasil e trabalho em hospitais no US, inevitavelmente eu faço várias comparações dos sistemas e daqueles que o utilizam. Eu tbm tenho a mesma impressão de que no geral, está na nossa cultura esta coisa de mais exames e remédios. A grande maioria dos Brasileiros que conheço por aqui reclamam dos médicos americanos pq eles não fazem exames suficientes ou não prescrevem medicação suficiente. O que muita gente não entende é que existe uma pesquisa enorme para se determinar os protocolos que os médicos usam. Existem métodos alternativos, menos invasivos e com menos riscos que podem ser utilizados.

    Eu admito que com as últimas coisas que minha família passou no Brasil e mais os médicos que eles tem visitado, eu estou desacreditada com a medicina no Brasil. Eu acho que a criação de um monte de faculdade de medicina que ocorreu na última década criou muitos profissionais despreparados. Lógico que existe muito médico bom no Brasil, e lógico que existe médico ruim nos outros países, mas acho que a proporção no Brasil está caindo para o lado errado :( Bjss

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    1. Aline eu tb acho que esse monte de faculdades de medicina mais atrapalhou do que ajudou na formação dos médicos :-(. Eu não sei se existe alguma avaliaçâo como fazem por exemplo na OAB para que os médicos possam clinicar, mas sei que erros médicos estão cada vez mais frequentes.
      Quanto a medicamentos, quanto eu trabalhei na área de saúde, muitas vezes o paciente precisava somente de cuidados paliativos, um chá, uma solução caseira, mas quando o médico prescrevia isso, eles eram muitas vezes desacreditados pelos pacientes. Tem gente que gosta mesmo de gastar dinheiro com remédios, rs....! Bjsss

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  6. Olá Sandra! Então, eu também acho que esse atendimento nas farmácias aqui é muito bom e os farmacêuticos realmente bem preparados. Mas o que, na minha opinião, é um problema no seguro saúde aqui na Suíça é que não funciona como no Brasil que você tem uma lista de médicos do convênio e indo neles não teria que pagar nada. Aqui, fora o seguro saúde que temos que pagar todo mês (caríssimo, por sinal) ainda temos que lidar com a franquia, ou seja, para começar a receber alguma coisa “de graça” só quando ultrapassamos o valor da franquia. E quanto mais alto o valor da franquia, menos a gente paga por mês e vice-versa. Acho bem complicado esse sistema aqui...não que eu ache certo ficar indo no médico cada vez que a gente espirra, mas sei lá...às vezes fico pensando se por causa desses valores e burocracia exorbitantes não vamos levando algo que poderá se tornar sério porque não fomos ao médico logo no início. Graças a deus também não precisei utilizar o seguro saúde aqui para nada grave!
    Carol

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    1. Tem esse outro lado também né Carol... as vezes a doença se torna séria por falta de cuidados no início:-(. Eu tb gostaria que o sistema de saúde daqui fosse mais flexível no que diz respeito aos medicamentos ou a um número menos limitado de consultas (ex. poderia ter algum tipo de desconto no retorno da consulta). E quanto ao sistema de franquia, é mesmo muito complicado. Melhor mesmo é não precisar usar, rs.. Bjs !! :-)

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    2. Ops... nâo existe consultas limitadas aqui, o que eu quis dizer é que elas poderiam custar menos, em caso de retorno :-)

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    3. Sim...podia existir um retorno né...é super estranho que eles cobram a ligação para te falar o resultado do exame. Bjs

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  7. Nossa, não tinha ideia de que o seguro saúde era obrigatório. Achei que fosse parecido com o sistema sueco, que é de graça (com exceção de algumas taxas que precisam ser pagas). Mas em compensação leva-se meses na fila aguardando por uma consulta médica. E tem outra, se vc tem febre ou uma dorzinha de garganta nem perca o tempo para ir ao hospital, porque esse sim é local para assuntos sérios de saúde. Eu confesso que estou aprendendo a conviver com isso, porque ainda tenho o meu lado hipocondríaca de ser!
    Beijos.

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    1. Aqui o sistema de saúde é caro mesmo Vânia! E como eu citei para alguém acima, até onde eu sei, não existe nenhuma ajuda ou subsídio do governo para isso. Hospital aqui, só se for mesmo em caso de urgência, porque dor de garganta a gente aprende a curar na farmácia, rs...r s.. ou com o remedinho caseiro da avó, rs.. Bjs

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  8. Sandra, muito interessante esse post! o que você escreveu foi bem parecido com o que eu vivi na Alemanha. Eu tinha um seguro de viagem brasileiro, fiquei doente nas primeiras semanas e fui ao médico. Me mandaram para um médico "alternativo", que me fez pagar 50 euros pela consulta e me mandou continuar tomando chá pra melhorar minha dor de garganta e me receitou repouso!!! Mais nada, acredita? Saí de lá com muita raiva.

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    1. Tá vendo só Marcela, além de pagar o médico alternativo você ainda ficou sem "tratamento" e teve que curar a dor de garganta com chazinho... médico por aqui só mesmo quando (muito) necessário! Bjs

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  9. Leio sempre seu blog e acredito que pela primeira vez, comento. Como você explicou médico aí é para coisas bem sérias, e então eu penso, como fica essa mania que tem aqui o Min. de Saúde de ficarem nos atormentando com os exames anuais preventivos? Aqui somos orientados a fazer anualmente vários preventivos: de mama, ginecológicos, sangue, etc e etc e alguns até invasivos. E contudo isso, os índices dessas doenças só aumentam, não nos cansamos de ouvir que vão aumentar em 20% a diabetes, câncer...um terrorismo só,hahaha












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    1. hahaha... tem isso também né!? Tem gente que taca o terror, rs... Eu tb acho super importante fazer exames preventivos e o que faço todo ano é o ginecológico.
      Quanto aos outros examos, até onde eu sei, os suíços fazem somente quando é solicitado pelo médico, se há alguma suspeita de alguma doença mais séria. Mas acho que isso tb se deve ao estilo de vida: eles se movimentam pra caramba, fazem exercícios e caminhadas regulares, levam mesmo uma vida ativa, procuram se alimentar bem, fora a qualidade de vida que se tem aqui. Acho que a prevenção maior vem mesmo do nosso estilo de vida :-). Obrigada pelo comentário :-).

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  10. Sandra, concordo que brasileiro adora ir ao médico, medicamentos, sem contar ir para as emergências/urgências por qualquer dor de barriga... Tb trabalhei muito tempo com em locais ligados à assistência à saude (hospitais, postos de saude), e tinha gente que ia para a fila cedo pela manhã para "tirar ficha" (no SUS). Pediam para o ginecologista, se não tinha para o oftalmo, clinico geral, dentista... Qualquer um, não importa (enquanto muita gente que realmente precisava chegava depois e ai não tinha mais "ficha").
    Mas por outro lado tem os extremos, pessoas que não tem essa cultura de ir ao médico (meu avô), e ai quando vai jah é muito tarde, pois nunca deu atenção aos sintomas... Deveriamos poder chegar a um meio termo...
    Aqui na França acho que as pessoas vão muito ao médico (barato e o sistema de saude/reembolso é muito bom) e tomam muito medicamento, mas ao mesmo não tem mania de ir ao ginecologista a cada 4 meses (para fazer o quê?). Também a maioria dos franceses a quem perguntei nunca ouviram falar de endocrino e raramente foram ao dermatologista... No Brasil todo mundo vai ao endocrino e ao dermatologista!

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    1. hahahaha, eu ri sobre o endócrino, pq lembro que muita gente ia nas consultas para pedir uma receita de medicamento para emagrecer! Ninguém queria fazer atividade física não. Realmente, endócrino e dermato no Brasil é quase como um clínico geral: todo mundo vai.
      Eu só consigo acreditar que deve ser por carência de atenção que o povo enfrenta fila, gasta com remédio, sem necessidade.Tinham pacientes que chegavam na sala do médico e mal sabiam o porque de estarem lá....kkkkkkk eram os famosos pacientes de encaixe.
      Já me disseram que a emergência do hospital da universidade de Zurique é lotado de estrangeiros, rs.. imagino que a maioria deles sejam latinos, rs... porque como o Allan citou acima, acredito que é sim uma mania latina,rs...

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  11. Eu fico feliz de pelo menos aqui na Inglaterra a assistência médica é gratuita. Vc pode ver seu GP (general pratictioner) e qualquer remédio receitado vc paga apenas um valor. AC pra mulheres é gratuito. Eu gosto, ainda mais pq sou hipocondríaca rs


    Kisu!

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  12. Importei medicamento de uma farmácia da Suíça que está a caminho do Brasil. Será que quando passar pela esteira dos correios posso ter problemas, pois não enviei nenhuma receita médica

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    1. Não faço idéia porque nunca fiz esse procedimento. Bom, boa sorte com os remédios.

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