30.11.13

O vendedor alemão

Essa semana me deu cinco minutos e dai resolvi ir à vizinha Alemanha. Fui à Waldshut, que é uma cidadezinha alemã, que faz fronteira com a Suíça.  Já até comentei sobre ela neste post.




Fui de trem e em menos de uma hora estava lá :-). A cidade é bonitinha, tem um comércio razoável, mas não é lá grande coisa,rs... mas eu queria mudar os ares e como eu estava precisando comprar algumas coisas, que na Alemanha chegam a custar quase metade do preço do que custa na Suíça, uni o útil ao agradável :-). Alías, a cidade é cheia de suíços que vão lá também para comprar. É o chamado "Einkaufstourismus" (turismo de compras), que gira a economia das cidades fronteiriças e que preocupa o governo suíço :(.




A cidade estava tomada por barraquinhas de Natal, que vendiam de tudo, até artigos natalinos, rs... Mesmo assim, eu gosto muito dessas feirinhas de Natal, especialmente por causa do Glüwein (vinho quente), das guloseimas, do cheirinho da canela e das amêndoas tostadas, hummmmmm.



Ops, mas não era só sobre isso que eu queria falar escrever. Fiz algumas comprinhas na Müller, que é como se fosse uma lojas Americanas da Alemanha. Ao sair da loja, compro um pão com uma bratwurst (a salsinha alemã) e paro para comê-la. Enquanto isso fico observando um alemão que vendia um inovativo (nas palavras dele) cortador/descascador de legumes.

Peço aqui licença para tecer alguns comentários sobre os alemães, rs...  apesar de não morar na Alemanha, na Suíça, vivem muitos deles. Eu já conheci/conheço alguns e não dá para deixar de notar de como os alemães gostam de discursar discutir quando dominam determinado tema, e se o tema for técnico, melhor (ou pior, depende de quem ouve) ainda.

Só para registrar, ano passado, na virada do ano, fomos para a casa de um casal de amigos (ela brasileira, ele alemão).  Uma das convidadas, uma alemã, muito simpática por sinal, estava conversando conosco e em um dado momento, para ser simpática eu perguntei alguma coisa sobre o trabalho dela. Gente, a menina me narrou como era o sistema in-tei-ro de logística com o qual ela trabalhava. Aprendi a lição: se você perguntar alguma coisa para um alemão do qual ele goste e tenha conhecimento, ele vai te responder com riqueza de detalhes. Não queira ser simpática, rs... Até marido ficou atordoado com a narrativa da menina, rs...

Voltando ao vendedor... só sei que o rapaz descrevia o cortador/descascador de legumes com tanto, mas com tanto entusiasmo, que era como se este fosse uma máquina cheia de comandos e de detalhes técnicos, e que realmente precisasse de um manual do usuário para começar a usá-la.


O vendedor alemão :-)

Não estou o menosprezando por isso não, por vender uma coisa aparentemente simples e descrevê-la com tantos detalhes, só fiquei realmente impressionada com a criativa descrição técnica que ele usava. Ninguém vai pode reclamar que comprou gato por lebre, rs... Além do mais, os alemães sabem melhor do que ninguém construírem e especificarem máquinas. Não é a toa que os eletrodomésticos, os eletrônicos e os carros alemães, estão entre os melhores do mundo e possuem excelente tecnologia.

Sem brincadeira, se o vendedor do cortador de legumes, estivesse em um palanque, os mais incautos acreditariam facilmente que ele estava recitando Goethe ou algum outro filósofo alemão, rs...


O descascador de frutas e legumes
Acho que o fato dos alemães gostarem tanto de um discurso e de se alongarem em um tema, se deve ao fato da magnífica tradição que os teóricos e os poetas alemães deram para a história da filosofia, da sociologia, da psicologia e da construção do pensamento. Além do que, quem fala um idioma tão difícil, tão cheio de sufixos, prefixos, artigos, dativos, genitivos e por ai vai, tem mais é que gastar!

Fiquei imaginando como seria o "discurso" de um vendedor suíço. Ele provavelmente diria que as frutas cortadas com este cortador ficariam "mega fine" e só, sem muitos detalhes, rs...  Já um vendedor brasileiro, bateria palmas e gritaria: "Vamo lá, minha senhora, olha olha olha, frutinha descascadinha e já prontinha". "Menos trabalho pra patroa". "Olha só a novidade, essa você só vai encontrar aqui, na barraca do Zé".

A parte técnica, seria apenas um detalhe :-).



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27.11.13

Canela, um gostinho de inverno

Eu adoro canela. Adoro! O gostinho dela me lembra muito o inverno. Além disso, aqui na Suíça, o cheirinho de canela é muito característico do Natal e dos dias frios e nevados.

Eu não uso canela o ano inteiro, a verdade é que consumo moderadamente (no inverno, pois eu acho que canela combina com dias frios), já que marido não gosta muito, então eu modero quando uso na culinária, ou então, coloco pitadas dela separadamente no meu prato ou na minha sobremesa.

A canela é conhecida desde da antiguidade e foi tão valorizada que era considerada
um item a ser presenteado a monarcas e outros dignitários.
No início do século XVI era trazida por comerciantes portugueses
diretamente do Ceilão (atual Sri Lanka),
chegando um quilograma a valer dez gramas de ouro.
Fonte Wikipedia.
Felizmente nos dias de hoje a canela ficou acessível a todos e o seu sabor marcante é muito utilizado em pratos considerados "exóticos", principalmente os da culinária indiana e marroquina.
Além disso, a canela ainda tem o poder de perfumar a casa. Uma infusão de água, misturada com paus de canela, casca de laranja ou limão, cravo da índia e um pouquinho de mel é ótimo para tirar o cheiro forte de comida da casa, ainda mais no inverno, quando não tem como deixar as janelas abertas. Além desta ser uma época em que fazemos comidas mais consistentes e de cheiro forte, caso dos pratos a base de queijos, como a raclette e o fondue.
Ultimamente eu tenho usado o pauzinho da canela para mexer o meu café com leite, ou o chocolate quente, e o leve gostinho de canela que fica na bebida é maravilhoso!!
Depois é só guardar o pauzinho da canela em um saquinho e por dentro da geladeira, assim, ele não perde o sabor e você poderá usá-lo ainda algumas vezes mais :-).
Se você também gosta de canela, experimente a na sua bebida quente. Fica uma delícia!!!


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25.11.13

52 Objetos - Semana 27


♥ Objeto 27

O que são: Rolhas de vinho



De onde vieram: Das garrafas de vinho :-)

Onde ficam: No momento estão guardadas dentro de um ármario

Porque foram escolhidas: Eu não sei bem quando comecei a colecionar essas rolhas de vinho. Vi a idéia em uma revista e resolvi copiar. A princípio eu pensei em fazer algum artesanato com as rolhas, mas depois resolvi ir juntando para colocar dentro de um recipiente de vidro grande que eu tenho e deixar a mostra na cozinha, servindo como decoração,  mas ainda preciso tomar muito para encher o meu pote de vidro, rs... já que pra mim só valem as rolhas dos vinhos que tomei, ou que participei do encontro. Já faz um tempinho que comecei a escrever na rolha do vinho a ocasião em que o tomamos, de quem ganhamos de presente, com quem estávamos, quando abrimos e etc... que é também uma forma de lembrar a companhia e a ocasião.

ps: nem acredito, mas já passei da metade das postagens do projeto 52 objetos. Será que eu ainda consigo localizar mais 25 objetos para postar? Agora que comecei, vou até o fim!! :-)


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22.11.13

Médicos, farmácia e remédios na Suíça

Aproveitando o resfriado e a rinite alérgica que me pegou essa semana, vou aproveitar e escrever um pouquinho sobre como é ficar doente por aqui.

Na Suíça o seguro saúde é obrigatório para todos os residentes. O serviço de saúde não é subsidiado pelo governo, ou seja, não existe nada semelhante ao SUS por aqui. Os planos de saúde são caros. Mesmo você pagando o seu plano de saúde, se você precisar ir a um médico, você também terá que pagar pela consulta, que poderá ou não ser reembolsada pela sua seguradora, isso vai depender do seu plano.

Mas, se você, assim como eu, não é de ficar indo à toa a médicos, rs... é ai que entra a farmácia. Eu já havia sido alertada, então, se você só tem uma enfermidade branda, como uma gripe, uma dor de garganta, uma alergia que apareceu de repente, uma tosse ou algo do gênero, não vá ao médico! Procure a farmácia mais próxima e explique o que está acontecendo. Os farmacêuticos saberão o que te receitar. Eles são capacitados e não estão lá somente para te empurrarem venderem medicamentos. E, se por ventura, eles perceberem que o que você tem pode ser curado com um chá, uma solução caseira, eles te orientarão isso também.

Felizmente eu nunca precisei de internação ou tive alguma enfermidade mais séria por aqui, então não saberia informar como é a qualidade do sistema neste sentido. Mas, se você for a algum médico por causa de alguma enfermidade branda, como as que eu citei acima, correrá o risco de sair de lá sem uma receita de medicamentos e pagará uma consulta que não será nada barata, para ouvir do médico que é assim mesmo e que você precisa deixar o seu corpo reagir por si só. rs... Não vá esperando que irão te aplicar uma Benzetacil por causa de uma dor de garganta, que isso provavelmente não vai acontecer.

É até algo contraditório, que a Suíça sendo sede de importantes multinacionais farmacêuticas, que os médicos não prescrevam medicamentos a torto e a direita para tudo. Os médicos são bem cautelosos quanto a isso.



No Brasil eu fiz um estágio de um pouco mais de um ano em uma grande rede de assistência médica, e gente, eu nunca vi um povo para gostar tanto de ir ao médico sem necessidade como o brasileiro!!!! Eu duvido que se o povo tivesse que desembolsar pelo menos 50 reais que fosse para uma consulta (mesmo tendo plano de saúde) se eles não iriam pensar duas vezes antes de ir ao médico, rs... E outra, brasileiro adora um remédio! Eu cansei de ver pacientes saindo do consultório médico reclamando que o médico não receitou remédios (oi?), somente mudança na alimentação, repouso ou algo do gênero. Para a maioria, o importante era sair do consultório com uma receita de medicamentos e/ou um pedido de exames.

No centro clínico que eu estagiei, eu percebia também o desrespeito com os médicos. As pessoas iam a uma consulta como quem estavam indo a um passeio. Todos os dias apareciam pessoas pedindo encaixe em alguma consulta com um clínico geral. O motivo: "ah, já que eu estava por aqui mesmo, lembrei que tenho uma dorzinha aqui ou ali, e aproveitei para vir ao médico"! Era assim mesmo. O jargão "tô pagando" fazia parte do repertório do povo. E o pior é que o centro clínico cedia, pois eles morriam de medo que os funcionários da contratante (normalmente uma empresa grande, com mais de 1000 funcionários) reclamassem e eles perdessem o contrato. Os médicos que se virassem para atendê-los.

Durante os quatro anos que moro aqui, pude perceber bem as diferenças culturais neste sentido, não dá para generalizar, mas aqui eu vejo que há mais respeito, não só pelos profissionais de saúde, mas pelos profissionais como um todo. Não é porque você "tá pagando", que os médicos, ou os enfermeiros, ou quem quer que seja, irá sair correndo para te atender com exclusividade.

Ah, e não se esqueçam: persistindo o médico, consultem o sintoma :-).

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20.11.13

Minhas impressões de Roma

A viagem para Roma foi ótima! Lá encontrei minha grande amiga, o marido dela, sua irmã e o sobrinho, a prima dela e o filho da prima! Foram dias ótimos!!!!


As ruínas do Colisseu

Adorei Roma e o povo de lá. Confesso que eu estava meio cabreira e com o pé atrás com a Itália e os italianos (rs..), por conta de experiências não muito agradáveis com eles nas últimas viagens para a Itália. Eu pensava: como pode um povo tão refinado nas artes, na culinária e na moda, ser tão rude no trato pessoal, rs... mas Roma os redimiu.

Roma, Circus Maximus

Eu não sei distinguir os romanos dos não romanos, mas o fato foi que eu - como turista - gostei muito do povo de Roma. Cidade grande, gente de mente aberta e sem bairrismos. Foi isso que EU percebi e senti. E eu comprovei que, por mais que eu esteja adaptada a calmaria da Suíça, eu, que nasci e vivi em cidade grande, gosto de cidades grandes e para sempre gostarei.

Domingo na basílica de São Pedro. Não poderia ir a Roma e não ver o papa :-).

Roma me tratou muito bem, mas voltei de lá com resfriado e com a rinite alérgica atacada - cidade grande=poluição - já tinha me esquecido de como é viver em uma cidade cheia de carros e fumaça, rs... O trânsito em Roma é caótico e o povo estaciona o carro nos lugares mais improváveis!! Mas a cidade compensa tudo isso com a rica história e a culinária. Mamma mia, como se come bem (e barato) em Roma.



 Bairro do Trastevere: lindo bairro com ótimos restaurantes


Pegamos dias lindos por lá, céu claro na maioria dos dias, com um único dia de chuva. Durante quase uma semana, o "inverno" romano nos presenteou com uma temperatura média de 15 graus, e o povo estava realmente vestido para o inverno: casacos, botas e cachecóis faziam parte da paisagem urbana.


Arredores da Piazza Navona em um dia de chuva

E por falar em casacos, eu tinha me esquecido de como a numeração das roupas italianas pode ser cruel. Minha amiga, a prima e a irmã, que pensaram em renovar o guarda-roupas, se decepcionaram um pouco, pois o corte das roupas era muito pequeno!


Uma ruazinha do Trastevere: adoro esses varais italianos!

Eu, que dependendo da confecção, aqui na Suíça, visto P ou M, na Itália cheguei a provar vestidos no tamanho G (que, felizmente, me serviram rs...rs). Para onde vai toda aquela maravilhosa massa que as italianas comem?

Roma, adorei te conhecer!


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17.11.13

52 Objetos - Semana 26


♥ Objeto 26






O que são: Passaporte e Ausweis

De onde vieram: Dos órgãos competentes

Onde ficam: O Ausweis está sempre na minha carteira e o passaporte fica guardado em uma gaveta junto com outros documentos.

Porque foram escolhidos: O mundo é um território livre, mas quem cria as fronteiras são os homens e para atravessá-las você tem que ter o passaporte. A escolha do passaporte como objeto desta semana é porque foi ele quem possibilitou de eu estar neste momento em Roma, encontrando uma amiga minha de infância! Sem o passaporte (de ambas), que é um detalhe burocrático, isso seria impossível. O Ausweis, que seria o equivalente ao nosso RG, é a permissão suíça que eu tenho para viver aqui. Ela é renovável a cada ano. A apresentação do meu passaporte junto com o Ausweis elimina muitas perguntas e possíveis complicações na imigração de alguns países. É um alívio, rs...

** O post de hoje foi programado **. Volto em breve!
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11.11.13

52 Objetos - Semana 25


♥ Objeto 25




O que são: perfumes

De onde vieram: De diversas perfumarias :-)

Onde ficam: Dentro de uma comoda-armário

Porque foram escolhidos: Nenhum motivo especial para a escolha, mas perfume é algo que não pode faltar pra mim e, definitivamente, eu não sou uma pessoa de um só perfume, por isso eu opto quase sempre pelos frascos menores. Gosto de variar, de usar diferentes fragâncias, nunca conseguiria usar o mesmo perfume uma vida toda, como algumas pessoas fazem. Mas alguns perfumes eu repito, como por exemplo, o Acqua di Gió, que tem um perfume maravilhoso e eu já comprei pela terceira vez. Outro que eu vou comprar de novo é o Jadore (o frasco comprido) no momento meu frasco só tem algumas gotinhas, (mas mesmo assim ele foi fotografado,rs)... porque é um perfume que eu adoro. Os outros eu vou usando de acordo com o clima e o meu humor :-).

E você, qual o seu perfume preferido?

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7.11.13

Os cofrinhos e os suíços

Eu já escrevi neste post aqui, sobre a necessidade que os suíços tem de terem tudo previsto. Eles costumam, quase sempre, estarem preparados para o pior!

Suíços têm pavor, pa-vor de serem pegos desprevenidos para alguma eventualidade. O ditado "segura na mão de Deus e vai", pra muito deles não tem muita força não, rs... O que funciona melhor deve ser "o seguro morreu de velho", porque ô povo que gosta de fazer um seguro, rs...

E estar prevenido, muitas vezes significa guardar dinheiro, rs... E isso eles sabem fazer bem e ensinam desde cedo os filhos, o que eu não acham mal, afinal lidar com o dinheiro e controlar as suas finanças é algo que deve ser aprendido em casa. Isso vai evitar muitos aborrecimentos futuros.

E um pouco desta mentalidade, a gente consegue observar através dos cofrinhos em forma de porquinhos que são vendidos em diversas lojas, lembrando que a gente deve poupar!

Cada porquinho é destinado para um tipo de economia:

Ideal para os pequenos: Meu primeiro dinheiro

Schoner Wohnen (dinheiro para decorar a casa) e Rentkasse (aposentadoria)          Führerschein ( carteira de motorista) e Flitterwochen (lua de mel)


Schmerzensgeld (dinheiro pagar alguma indenização/processo)    Schwarzgeld ( caixa 2), porquinho para compra do smartphone e para algum luxo



E as moedinhas aqui são realmente valorizadas. Eu sempre recebo os meus 0,20 centavos de troco, rs... Quanto estou no Brasil, eu demoro a perceber que não voltar os meus 0,10 ou 0,20 centavos é "normal". Recebo muitas vezes, balinhas.

Claro que dependendo do que você queira comprar, encher o porquinho pode não ser suficiente, mas o significado dele serve também como lembrete, que sempre devemos guardar um pouco. Quando sobra, é claro :-(.


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4.11.13

52 Objetos - Semana 24


♥ Objeto 24



O que é: Aliança de casamento

De onde vem: Foi feita em uma joalheira de São Paulo

Onde fica: Na minha mão esquerda, mas quando chego em casa, a primeira coisa que faço é tirar a aliança, (os anéis e o relógio também) não consigo ficar direto com ela. Conheço gente que não tira a aliança nem para dormir!

Porque foi escolhido: E tinha como não escolher a aliança de casamento? Esse é um objeto simbólico, uma marca de quando alguém escolhe viver uma vida com outra pessoa. E aliança é algo que eu nunca me esqueço de usar quando saio de casa. É automático, sempre lembro de por a aliança. Já marido, vive esquecendo, rs..rs.. e quando eu reclamo, ele diz: "minha aliança está do meu lado" :-).

Nós escolhemos nossas alianças juntos e mandamos gravar o nome um do outro nelas. A data de casamento não foi gravada porque nós ainda não tínhamos uma. Como nos casamos em Zurique e somente no civil, nós dependíamos da autorização do Zivilstamdsamt (Cartório de registro civil) para podermos dar andamento em tudo, mas a bem da verdade, isso nem faz falta, porque a quantidade de anos juntos não importa muito, mas sim como vivemos juntos esses anos.
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2.11.13

Dias de outono

♫ ...Outono é sempre igual
as folhas caem no quintal... ♫



Eu gosto tanto do outono! É uma estação tão curta, mas eu sempre fico embasbacada com a beleza dela.

E esse ano eu fiz uma coisa que sempre quis fazer:
 

Que felicidade :D

Tchau outono! Aos poucos vamos nos despedindo...  o frio já está chegando e algumas árvores já estão perdendo as folhas.


Outono em um bosque perto de casa

Outono, seu lindo :-). Ano que vem estarei aqui de novo, se Deus quiser, te esperando.


Lindenhof em Zurique e a promenade do lago de Zurique há duas semanas atrás


Agora é hora de nos prepararmos para o inverno, com seus dias curtos, frios e silenciosos. E não adianta reclamar não! O tempo nós não podemos mudar, mas podemos mudar a nossa atitude em relação a ele. Quanto mais reclamarmos, mais difícil será passar pelo inverno, rs... desde que ele não dure até a primavera, é claro!


Uma tarde linda de outono às margens do Rio Limmat em Zurique


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